quarta-feira, 28 de agosto de 2013

TEORIA DO HÍBRIDO

E aê galerinha, vamos arrepiar um pouquinho?

Esse foi um dos meus trabalhos, um curta-metragem dirigido por Andrey Mello e tem como gênero terror.


Não vale fazer xixi na cama, hem?! =x

Enjoy!




E aí, o que acharam?

Beijooooos 



A CASA DE DITA VON TEESE

Antes de falar da casa, vamos conhecer um pouquinho desse fashion icon.


Dita Von Teese 

Nascida Heather Renée Sweer em Rochester, Michigan, em 1972, Dita é uma figura ímpar. Atriz, modelo e popular artista burlesca norte-americana, fetichista assumida, é uma grande responsável pela reinvenção da estética pin-up dos anos 40 e 50 e do termo “burlesco” associado à arte ancestral do stripe-tease, protagonista de espetáculos que incluem banho de Martine num copo gigante. Sua imagem é tão venerada que ela já saiu mais de 30 vezes na revista Playboy.

O livro duplo Burlesque and the Art of Teese/Fetish and the Art of Teese é o testemunho ilustrado da sex symbol de luxo.

Não precisa comentar que ela é uma mulher de personalidade forte, pois do contrário jamais teria essa forma de vestir-se e viver. Para as pessoas que desaprovam seu trabalho ela responde sempre: “Algumas pessoas falam mal do meu trabalho, que eu não sou independente, eu digo que ganhar $20000,00 por 10 minutos de trabalho pra mim é independência, sim.”

Dinheiro merecido pra alguém com tanto glamour, admirável elegância e classe, que se mantem fiel ao seu estilo em todo o tempo. A diva explica: “Para possuir um sentido de estilo moderno nunca deve ter medo de arriscar”. 

Em qualquer lugar que a encontre Dita está sempre impecável com seu marcante figurino. Adora looks românticos, com peças acinturadas, vestidos e saias na altura do joelho e acessórios como chapéus, óculos de sol, saltos altíssimos, além de maquiagem com lábios bem vermelhos e olhos marcados com delineador. 

Essa mesma reverência em sua forma de se vestir está em todos os cantos de sua casa, um imóvel de três quartos, construído em 1946 e localizado em Los Angeles. Tivemos acesso as informações através da publicação da revista In Style há algum tempo. 

Apesar de alugada, os ambientes dessa casa ganharam identidade assim que ela entrou. Com a ajuda da designer de interiores Stacia Dunnam, os cômodos receberam cores fortes, inspiração vintage e um toque de modernidade. Medo de ousar? NUNCA! A estrela do burlesco usa e abusa de tons vibrantes e mistura estilos. 

A casa é linda, o closet é enorme. A cidade não poderia ser mais perfeita pra guardar uma casa dessas, os cômodos são tão impecavelmente decorados que parecem até um cenário de filme. Vamos conferir cada detalhe!!! 
A cozinha parece cenário perfeito pra um desenho animado, toda em rosa e cheia de detalhes. “Eu sinto que estou em uma casa de bonecas” disse a musa para a revista.


As salas e biblioteca tem um papel de parede todo em veludo adamascado, móveis de madeira comprados em brechós e antiquários, pois Dita adora comprar suas próprias coisas e pechinchar por elas.


Seu quarto é um show à parte, totalmente inspirado nas atrizes da velha Hollywood, ela por sua vez o chama de “A noite prateada” dado ao fato de ser inteiramente feito de tecidos e estofados na cor prata e recoberto por espelhos, um pequeno narcisismo.




Seu closet é todo de uma decoração oriental, com espelhos, lustres e meias-luzes contrastantes de um vermelho carne, onde se depositam uma imensidão de sapatos, chapéus, vestidos de grife e acessórios, e claro, lingeries.


Sua personalidade excêntrica é representada em cada detalhe de sua casa. Uma estadia é entrar no glamour de um filme antigo. Parece que Diva vive em uma outra década.

Ela é o máximo, figura admirável mesmo com todas essas peculiaridades, Acho ela uma verdadeira DIVA! *_*

OBS: Algumas imagens foram retiradas do livro "Ellements Style".



terça-feira, 27 de agosto de 2013

ARQUITETO MARCIO KOGAN - CASA PARATY

Hoje vou falar de um dos projetos que sou completamente apaixonada. Trata-se de um trabalho feito pelo escritório do arquiteto paulistano Marcio Kogan, graduado pela Universidade Mackenzie em 1977, por quem morro de admiração.


Kogan tem obras incríveis. Com uma obsessão perfeccionista, está sempre buscando aperfeiçoar seus trabalhos e encontrar erros para não repeti-los futuramente (é O cara!). Se aventurou no mundo do cinema, dirigiu curtas e longas, mas resolveu seguir sua carreira de formação. Parte disso foi influência de seu pai, engenheiro-arquiteto, que o levava para algumas obras quando criança.

Com a teoria (mega admirável!) sempre em prática de que a arquitetura deve emocionar e conquistar as pessoas, o profissional se entende como tradutor dos sonhos de seus clientes, tanto em projetos comerciais quanto residenciais (eu, discípula fervorosa, adotei imediatamente!).

Venceu uma fase em que suas fachadas e espaços eram muito brancos e frios, experimentando materiais inusitados, normalmente próprios ao local da construção, como pedras naturais e madeiras da região. 

Seu estilo de projetar é próprio e sofisticado, prioriza as linhas retas, a decoração minimalista em tons neutros e amplos espaços. Tudo isso preservando o conforto e aconchego. Gosta de utilizar o contraste entre materiais naturais como fibras, madeiras, pedras com produtos e materiais de alta tecnologia, criando sua própria linguagem. Suas obras primam pela plasticidade, impressionam pela leveza, simetria, refinamento e praticidade.

É um dos nomes de referência dentro da arquitetura e um dos profissionais desta área mais premiados do país.

Escolhi a Casa Paraty para representar seu trabalho. Foi um projeto ousado, à beira de uma pequena montanha. É uma residência imponente, digna de admiração e prêmios internacionais. Composta por duas caixas horizontais revestidas de concreto reforçado tanto externa, quanto internamente, engastadas na rocha, a casa se abre à estonteante paisagem brasileira. Em meio a natureza praticamente intocada, a estrutura encontra equilíbrio na topografia do terreno, relacionando-se com o entorno.

Essa casa foi construída na praia de Santa Rita para um casal de jovens colecionadores de móveis brasileiros do século XX. Os proprietários desejavam um lugar onde pudessem abrigar sua coleção de mobiliário e passar os finais de semana em meio à natureza. O acesso à residência é feito somente por barco.

Sob o volume suspenso que abriga o living e os cômodos de serviço, um amplo espaço de lazer com espreguiçadeiras proporciona o conforto de quem mergulha na piscina linear de borda infinita, revestida por pedras brasileiras, valorizada por uma iluminação cênica. Com 27 metros de extensão, a área social possui enormes janelas de vidro que correm em trilhos no teto e no piso, valorizando a vista para o mar. No bloco superior, reservado aos dormitórios e zonas íntimas, essa face frontal também é aberta para o exterior, porém possui painéis retráteis de varas de eucalipto que protegem os ambientes do sol forte.

A cobertura da residência é coberta de terraços e telhados verdes, com observatório, jardim de esculturas e inclusive uma pequena horta dos moradores. Móveis elegantes e consagrados completam os interiores, com peças clássicas do design nacional, assinadas por nomes como Lina Bo Bardi, Sérgio Rodrigues, Joaquim Tenreiro e José Zanine Caldas.

Esse projeto foi premiado pela revista britânica Wallpaper no Design Awards 2010, na categoria “Best new private house”.

As caixas de concreto inseridas na Mata Atlântica. 

Vista da casa. Sobreposto e independentes, os dois volumes possuem quase o mesmo tamanho. 

A integração com o entorno. A piscina e a banheira estão praticamente na praia. 

A caixa possui balanço de 8 metros. 

Destaque para a textura de concreto e o fechamento em eucalipto dos dormitórios, volumetria que ganha pureza geométrica. 

A caixa de vidro permite a passagem entre os dois volumes. O uso do concreto armado aparente confere uma textura surpreendente para todas as paredes. Os dois pavimentos da casa estão dispostos em blocos independentes e interligados por um pilar. 

A passarela sobre o espelho d'água marca o acesso. 

O hall de entrada dá o tom da circulação interna. 

Duas grandes paredes de concreto armado, de 40cm de espessura, nas laterais da residência, servem de apoio para as lajes e vigas. Parte da estrutura apoia-se sobre essas paredes. 

O pátio ilumina a cozinha. 

No volume inferior da casa estão localizados os ambientes sociais como a sala de estar com fechamento em vidro e vista para o mar. 

Amplos caixilhos integram estar e jantar ao exterior. 

Varanda é continuidade da área fechada de estar. 

Ficha técnica:
Localização: Paraty-Rio de Janeiro
Área: 840m² construída - 50000m² total
Número de pavimentos: 4
Ano: 2008/2009
Projeto de Arquitetura: Marcio Kogan e coautoria de Suzana Glogowski.


Sites de referência: 

SER ATRIZ!!!

Em meu primeiro post quero inserir a letra de uma música que eu amo e que explica o quanto é gratificante ser atriz.

MERDA (Caetano Veloso)
Nem a loucura do amor, da maconha, do pó, do tabaco e do álcool

Vale a loucura do ator quando abre-se em flor sob as luzes no palco

Bastidores, camarins, coxias e cortinas

São outras tantas pupilas, pálpebras, retinas

Nem uma doce oração, nem sermão, nem comício à direita ou à esquerda

Fala mais ao coração do que a voz de um colega que sussurra merda

Noite de estréia, tensão, medo, deslumbramento, feitiço, magia

Tudo é uma grande explosão, mas parece que não

Quando é o segundo dia

Já se disse não foi uma vez, nem três, nem quatro

Não há gente como a gente, gente do teatro

Gente que sabe fazer a beleza nascer pr'além de toda perda

Gente que pôde entender para sempre o sentido da palavra merda

Merda, merda pra você, desejo merda

Merda pra você também, diga merda e tudo bem

Merda toda noite e sempre, amém.

ESTILO: BOHO CHIC

Também conhecidos como hippie, cigano, indie, vintage, gypsy, folk e boêmio. É um estilo super alto astral, colorido, com toques femininos e ecléticos. A imagem é uma só: espírito livre! Ele é versátil e mistura o simples com o luxuoso, por isso leva no nome CHIC. O colorido e o brilho também estão presentes no Boho Chic. Destacam-se as cores como chocolate, ferrugem, vinho e azul turquesa.

Boho é a abreviação de “bohemian” que quer dizer boêmio e hippie, era assim que chamavam os ciganos no início do século XIX,  é daí que vem a grande inspiração do estilo boho nos anos 60 e 70, e no movimento hippie. 

Eu sou mega apaixonada pelos anos 70, em especial pelo início mesmo da década, quando os hippies influenciavam com os diversos acessórios, tecidos e sua política “paz e amor”. Tentarei explicar esse estilo de moda bem superficialmente, pois isso será tarefa da estilosérrima Vanessinha Lima que, depois que seu #babyNoah nascer, chegará com tudo aqui no blog pra nos deixar mais antenadas no mundo da moda.

Calças boca de sino, jeans, tachinhas, bordados, brilhos, camurças, miçangas, bijuterias étnicas, estampa florais e psicodélicas, roupas artesanais, materiais naturais... Ufaaa! Como não amar esse estilo? Foi a época em que o termo Chic foi substituído por Kitsch, Punk, Retrô... Os homens deixaram de ser formais e passaram a usar muitas cores. As mulheres passaram a um romântico despojado, com cabelos desalinhados, saias longas ou muito curtas, inspiração indiana, batas e estampas florais ou multicoloridas (amoooo!). E pra completar os motivos da minha paixão por essa época, foi nela que os brasileiros se renderam à música de Chico Buarque, Gilberto Gil e Caetano Veloso e quando sons como Deep Purple, Black Sabath, Rolling Stones, Led Zeppelin, Kiss, Aerosmith, AC/DC, Sex Pistols, The Clash, The Ramones, Bee Gees, Queen, Iron Maiden, The Police, Pink Floyd, estouraaaaaaram!  <3

Mas vamos ao que interessa... Sabemos que a moda e o jeito que nos vestimos influencia totalmente na decoração dos ambientes. Afinal, a casa também pode deve ser vestida! E pra isso temos trilhões de opções de móveis e objetos decorativos *_*

Muitas opções, ideias, novidades, tendências... Acabam fazendo com que muita gente tenha medo de errar. Lembrem que, da mesma forma que a moda, na decoração não há certo e errado! O que está em jogo é o gosto de quem ali vai habitar, o que funciona pra um pode não funcionar pra outro, o que foi regra no passado, pode não servir de nada nos dias atuais.

O Boho Chic é um exemplo disso. Totalmente inspirado no estilo hippie. Caracteriza-se pelo uso de misturas e combinações, explorando cores, estampas e texturas. Esse estilo pode ser feito sem medo, use tons vivos, flores, listras, tudo puxado para o romântico ou ainda pra o rock and roll. A pegada será ter um ambiente elegante, despojado e aconchegante.

A combinação inusitada das culturas do Oriente e da Índia se refletem em uma decoração com misturas de peças étnicas com materiais e estampas naturais, desbotadas, florais e artesanais. O que vale é o conforto, muitas camadas de tecido e almofadas compõem a decoração baseada nesse estilo.

O estilo permite de tudo um pouquinho. É uma mistura hippie com um toque romântico. O ambiente é composto por vários detalhes, sendo chique e ao mesmo tempo despojado. Escolha perfeita para criar uma atmosfera aconchegante, acolhedora e especial para a casa. Isso se dá no uso de tecidos multicoloridos, texturas e padrões exclusivos de decoração, mobiliário eclético, algumas peças vintage e/ou étnicas, mas com um toque moderno. O mix de estampas, texturas e cores, um dos pontos fortes do estilo.

Tudo o que é personalizado e único é chique! Por isso Boho Chic =)



Separei algumas imagens de ambientes com essas características pra inspirar na escolha de vocês! Enjoy o/


















A mistura de cores, texturas e tecidos nas almofadas me encantam *_*





E essas poltronas maravilhosas todas revestidas no estilo Boho, é de enlouquecer!




E aí, sentiram a vibe desse estilo? Super alto astral, né? Deixem-nos suas opiniões e sugiram temas, vamos adorar a participação de vocês!